A senadora Tereza Cristina (PP-MS) criticou as cenas de tumulto e agressões no Senado após a aprovação da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito da CPMI do INSS. Em declaração nesta quinta-feira (26), ela disse que houve tentativa de intimidação e afirmou que “baderna não vai nos calar”.
Tereza fala em intimidação e cobra explicações
Em nota e declarações públicas, a parlamentar lamentou a violência registrada após a votação e atribuiu o episódio a uma reação de parlamentares alinhados ao governo. Tereza também questionou o que chamou de “desespero” e reforçou a narrativa de que a investigação faz parte do trabalho da comissão.
Segundo ela, a oposição seguirá defendendo a apuração “até o fim”, afirmando que o país precisa de “respostas e transparência”.
O que motivou o pedido de quebra de sigilo
O texto aprovado na comissão aponta, conforme relato divulgado, referências a um suposto repasse de R$ 300 mil “ao filho do rapaz”, em conversas atribuídas a investigados e mencionadas em materiais da apuração.
Ainda de acordo com o conteúdo citado, a investigação relaciona a menção a Lulinha e levanta hipótese de vínculo indireto com Antonio Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”. O material também menciona registros de viagem e relatos obtidos pela Polícia Federal, que teriam sido reforçados por depoimento de um ex-funcionário do investigado.
Governo reage e caso aumenta pressão política
A reportagem também registra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscaria conter o desgaste político e teria afirmado que, se as acusações se confirmarem, o filho “pagará o preço”.












