quarta-feira, 15 de abril de 2026
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“Trem da Morte” volta a operar na Bolívia e retoma rota da fronteira com Corumbá a Santa Cruz com passagens abaixo de R$ 200


O Expresso Oriental, popularmente chamado de “Trem da Morte”, voltou a transportar passageiros na Bolívia após um período de cerca de seis anos sem operação regular. A rota liga Puerto Quijarro, na fronteira com Corumbá (MS), a Santa Cruz de la Sierra, e a retomada ocorreu em fevereiro, com promessa de uma experiência mais organizada e com apelo turístico — sem deixar de ser uma viagem com perfil mais “roots”.

A viagem começa em Puerto Quijarro, cidade boliviana colada à fronteira brasileira, e segue por aproximadamente 600 km até Santa Cruz de la Sierra. O percurso pode durar até 17 horas, dependendo do ritmo do trajeto e das condições operacionais. Ao longo do caminho, o viajante atravessa paisagens da região de Chiquitania, com trechos de vales, florestas e formações naturais que costumam render fotos, especialmente nas paradas ao longo do percurso.

As passagens são divulgadas na faixa de 220 a 230 bolivianos, o que costuma ficar abaixo de R$ 200 na conversão aproximada. A recomendação para quem planeja a viagem é garantir o bilhete com antecedência, já que comprar no dia pode depender de disponibilidade.

Para brasileiros, a entrada na Bolívia é dispensada de visto para turismo, mas a travessia exige a etapa de imigração na fronteira. O viajante precisa apresentar passaporte ou RG recente (em bom estado) e também o comprovante de vacinação contra febre amarela. Por se tratar de viagem internacional, o seguro viagem é recomendado para emergências médicas e imprevistos.

Depois de atravessar a fronteira, a estação em Puerto Quijarro fica a uma curta distância, geralmente acessível por deslocamento rápido. Santa Cruz, embora não seja o destino mais procurado por quem visita a Bolívia, funciona como hub para seguir viagem a outros pontos do país, como La Paz, Sucre, Lago Titicaca e o Salar de Uyuni.

O apelido “Trem da Morte” tem origem em relatos históricos associados a surtos de doenças na região e às condições duras de construção e operação da ferrovia no passado. Hoje, a realidade é diferente, mas vale alinhar expectativas: não é um trem de luxo. Em relatos de viagem, é comum ver pessoas circulando pelos vagões e um ambiente simples — o que transforma o passeio numa experiência para quem curte estrada e não faz questão de conforto premium.

mapa viagem trem da morte
mapa viagem trem da morte

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