Aprender a cuidar do próprio bolso e a trabalhar em equipe agora é prioridade nas salas de aula de Mato Grosso do Sul. Em uma iniciativa inovadora, o Governo do Estado e o Sicredi assinaram nesta segunda-feira (15) um acordo de cooperação técnica para levar programas de educação financeira, cooperativismo e cidadania para a Rede Estadual de Ensino.
O objetivo principal do projeto é formar jovens muito mais conscientes sobre o uso do dinheiro e preparados para os desafios do mercado de trabalho e da vida em sociedade.
Projetos Consagrados Chegam à Rede Estadual
A parceria será coordenada entre a Secretaria de Estado de Educação (SED) e a Fundação Sicredi. Juntas, elas vão implantar três programas de sucesso nacional no ambiente escolar:
- Finanças na Mochila: Focado em ensinar planejamento financeiro e consumo consciente de forma prática.
- A União Faz a Vida: Estimula a cidadania, a colaboração e o protagonismo dos estudantes desde os primeiros anos de estudo.
- Cooperativas Escolares: Laboratórios práticos onde os próprios alunos lideram projetos baseados na liderança e na responsabilidade coletiva.
Segundo a secretária-adjunta de Educação, Mary Nilce Peixoto, esses temas não serão matérias isoladas, mas sim trabalhados de forma transversal, ou seja, interligados com disciplinas que os alunos já estudam no dia a dia.
MS no Topo do Ensino em Tempo Integral e Técnico
Durante o evento, o governador Eduardo Riedel destacou que o projeto se encaixa perfeitamente no novo perfil da educação sul-mato-grossense, que passou por uma enorme transformação nos últimos anos.
O estado se consolidou como uma das maiores referências do Brasil em educação integrada ao futuro dos jovens:
- Tempo Integral: Atualmente, 63% das escolas estaduais de MS já funcionam no modelo de tempo integral.
- Explosão no Ensino Técnico: O número de alunos do ensino médio matriculados em cursos técnicos e profissionalizantes saltou de 16% em 2023 para impressionantes 45% em 2026.
O presidente da Central Sicredi Brasil Central, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, reforçou que o foco da fundação é usar a educação como pilar estratégico para transformar comunidades, garantindo que as ferramentas de empreendedorismo e finanças cheguem a quem mais precisa.
Você acha que aprender a administrar o dinheiro e criar cooperativas na escola ajuda de verdade a preparar os jovens para o futuro, ou o foco deveria ser apenas nas matérias tradicionais?
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