O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu o sinal verde para o início oficial da corrida presidencial. Por unanimidade, os ministros da Corte aprovaram nesta quarta-feira (2) o registro de seis chapas que vão concorrer ao Palácio do Planalto no pleito deste ano.
A decisão ocorreu durante uma sessão virtual, na qual a Corte atestou que os grupos cumpriram todas as exigências legais e apresentaram a documentação necessária. No total, o tribunal recebeu 13 requerimentos de candidatura, o que significa que mais sete nomes ainda passam por avaliação.
As Chapas com Registro Aprovado
A lista de candidatos aptos a disputar a Presidência da República conta com os seguintes nomes e seus respectivos vices:
- Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB)
- Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL)
- Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU)
- Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PT e PSB)
- Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo)
- Samara Martins e Raquel Brício (UP)
Candidaturas Pendentes e Casos em Análise
Enquanto os primeiros concorrentes já estão autorizados a fazer campanha, outros sete registros aguardam o julgamento definitivo pelo plenário do TSE:
- Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante)
- Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC)
- Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB)
- Renan Santos e Coronel Medina (Missão)
- Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD)
- Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO)
- Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata)
Entre os processos pendentes, a situação de Pablo Marçal registra uma suspensão cautelar. O TSE acatou um pedido de liminar do Ministério Público Eleitoral (MPE) para proibir temporariamente o candidato de realizar atos de campanha, comparecer a debates e participar do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
O órgão ministerial fundamentou o pedido apontando que o candidato enfrenta uma inelegibilidade que pode se estender até 2032, decorrente de uma condenação imposta pela Justiça Eleitoral de São Paulo nas eleições municipais de 2024.
O Calendário Eleitoral
O primeiro turno das eleições está agendado para o dia 4 de outubro, data em que os eleitores brasileiros também elegerão governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.
Caso nenhum dos concorrentes ao cargo de presidente ou de governador alcance mais de 50% dos votos válidos — desconsiderando os votos brancos e nulos —, a disputa seguirá para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.
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