sábado, 07 de novembro de 2026
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AVANÇO FEMININO: Campo Grande Cria Observatório Inédito Para Mapear Violência E Fortalecer Direitos Das Mulheres

A Prefeitura de Campo Grande oficializou a implementação do Observatório Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (OMPM). A iniciativa, regulamentada por meio de decreto no Diário Oficial do Município, surge como uma estrutura permanente voltada para a coleta, análise e produção de dados sobre a realidade feminina na capital sul-mato-grossense.

Vinculado à Secretaria Executiva da Mulher (Semu), o órgão integrará informações estratégicas sobre áreas fundamentais como saúde, segurança pública, mercado de trabalho, educação e autonomia financeira.

Diagnóstico Preciso e Ações Direcionadas

O grande diferencial do OMPM é a capacidade de mapear com exatidão as regiões da cidade que apresentam maior índice de violência de gênero e outras vulnerabilidades sociais. Com base nesses levantamentos técnicos, a administração pública poderá direcionar investimentos e programas sociais de forma muito mais assertiva e eficaz.

Além disso, os relatórios periódicos servirão como base para a formulação e execução contínua do Plano Municipal de Políticas para as Mulheres.

Fala de Destaque

A secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari, destacou o impacto positivo da ferramenta no planejamento de ações para a população feminina:

“O Observatório Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres será uma ferramenta estratégica para transformar dados em ações concretas. Com informações qualificadas e indicadores confiáveis, poderemos planejar políticas públicas cada vez mais eficientes, identificar as principais necessidades das mulheres campo-grandenses e fortalecer a rede de proteção, promoção de direitos e oportunidades.”

Áreas de Atuação e Proteção de Dados

Os levantamentos desenvolvidos pelo Observatório abrangerão 10 eixos centrais:

  1. Enfrentamento à violência contra a mulher
  2. Saúde
  3. Educação
  4. Autonomia econômica
  5. Assistência social
  6. Participação política
  7. Direitos humanos
  8. Cultura e esporte
  9. Comunicação
  10. Sustentabilidade

A gestão da estrutura ficará sob responsabilidade de uma comissão formada por até cinco membros fixos, com o apoio de representantes de outros órgãos e instituições parceiras. Vale ressaltar que todo o tratamento de dados respeitará rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a Lei de Acesso à Informação (LAI), assegurando transparência e sigilo das informações sensíveis.

(Com informações oficiais da Prefeitura Municipal de Campo Grande e do Diário Oficial do Município).

Queremos saber a sua opinião!

O que você achou dessa iniciativa para reforçar a segurança e a garantia de direitos das mulheres na capital?

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