A Prefeitura de Campo Grande oficializou a implementação do Observatório Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (OMPM). A iniciativa, regulamentada por meio de decreto no Diário Oficial do Município, surge como uma estrutura permanente voltada para a coleta, análise e produção de dados sobre a realidade feminina na capital sul-mato-grossense.
Vinculado à Secretaria Executiva da Mulher (Semu), o órgão integrará informações estratégicas sobre áreas fundamentais como saúde, segurança pública, mercado de trabalho, educação e autonomia financeira.
Diagnóstico Preciso e Ações Direcionadas
O grande diferencial do OMPM é a capacidade de mapear com exatidão as regiões da cidade que apresentam maior índice de violência de gênero e outras vulnerabilidades sociais. Com base nesses levantamentos técnicos, a administração pública poderá direcionar investimentos e programas sociais de forma muito mais assertiva e eficaz.
Além disso, os relatórios periódicos servirão como base para a formulação e execução contínua do Plano Municipal de Políticas para as Mulheres.
Fala de Destaque
A secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari, destacou o impacto positivo da ferramenta no planejamento de ações para a população feminina:
“O Observatório Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres será uma ferramenta estratégica para transformar dados em ações concretas. Com informações qualificadas e indicadores confiáveis, poderemos planejar políticas públicas cada vez mais eficientes, identificar as principais necessidades das mulheres campo-grandenses e fortalecer a rede de proteção, promoção de direitos e oportunidades.”
Áreas de Atuação e Proteção de Dados
Os levantamentos desenvolvidos pelo Observatório abrangerão 10 eixos centrais:
- Enfrentamento à violência contra a mulher
- Saúde
- Educação
- Autonomia econômica
- Assistência social
- Participação política
- Direitos humanos
- Cultura e esporte
- Comunicação
- Sustentabilidade
A gestão da estrutura ficará sob responsabilidade de uma comissão formada por até cinco membros fixos, com o apoio de representantes de outros órgãos e instituições parceiras. Vale ressaltar que todo o tratamento de dados respeitará rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a Lei de Acesso à Informação (LAI), assegurando transparência e sigilo das informações sensíveis.
(Com informações oficiais da Prefeitura Municipal de Campo Grande e do Diário Oficial do Município).
Queremos saber a sua opinião!
O que você achou dessa iniciativa para reforçar a segurança e a garantia de direitos das mulheres na capital?
Deixe o seu comentário abaixo com a sua opinião!
Não se esqueça de compartilhar esta matéria imediatamente com seus amigos, familiares e em seus grupos de WhatsApp para que mais pessoas fiquem por dentro deste importante avanço!







