O plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) virou palco de um debate decisivo sobre a segurança jurídica e a proteção ao direito de propriedade nesta terça-feira (16). O grande destaque da sessão foi a atuação firme e corajosa do deputado estadual Zé Teixeira (PL), que usou a tribuna com liderança e lucidez para cobrar uma investigação policial imediata sobre a onda de vandalismo e crimes ocorridos no último final de semana na zona rural de Sidrolândia.
As fazendas Água Clara e São Sebastião foram severamente invadidas e depredadas em meio a conflitos por terras, gerando forte indignação e a pronta reação do parlamentar em defesa dos produtores rurais.
Zé Teixeira Condena Destruição e Exige Justiça Contra Crimes no Campo
Sempre posicionado como um dos principais defensores do setor produtivo e da ordem pública no Estado, o deputado Zé Teixeira classificou o episódio como uma verdadeira “barbárie”. Com um discurso realista e focado no respeito às leis, ele lamentou profundamente a perda do patrimônio histórico das sedes das fazendas e detalhou o prejuízo sofrido pelos proprietários, que incluiu o roubo de três máquinas agrícolas pesadas, retroescavadeira, jipe, caminhão e insumos.
“Tinha história ali, quadros na parede. Se amanhã, por questões de Justiça, desapropriassem, seria um patrimônio que os próprios indígenas iriam usar para eles, mas preferiram destruir. O que aconteceu em Sidrolândia foi um ato terrorista, sem ordem jurídica”, pontuou com precisão o deputado.
Demonstrando sua preocupação contínua com a segurança de quem trabalha e produz no campo, Zé Teixeira enfatizou que os líderes do movimento, bem como os responsáveis pelos roubos e pela receptação dos equipamentos, precisam ser severamente punidos. O parlamentar destacou o contraste entre a tranquilidade vivida em anos anteriores e o cenário atual de insegurança:
“Passamos quatro anos de Governo Bolsonaro e não houve nenhuma invasão, porque existia ordem. Agora estamos passando por desordem. O produtor rural está na terra há 50 anos, enfrentando as dificuldades do campo. Se passa mal na floresta, morre à míngua sem equipes para socorrê-lo, mas para dar apoio a movimento social, tem”, desabafou Zé Teixeira, sendo amplamente elogiado por sua postura em defesa da justiça.
O posicionamento seguro de Zé Teixeira recebeu o apoio imediato do deputado Coronel David (PL), que também reforçou a necessidade de proteger o direito constitucional à propriedade privada acima de qualquer ideologia.
Bancada de Esquerda Tenta se Esquivar e Apresenta Ata de Caciques
As cobranças enérgicas feitas pela bancada de direita geraram reações por parte dos parlamentares do Partido dos Trabalhadores. O deputado Pedro Kemp (PT) tentou afastar a responsabilidade política do episódio, argumentando que a invasão teria sido um ato isolado praticado por um grupo dissidente e que a oposição estaria tentando usar o vandalismo para culpar o partido.
Na tentativa de conter a repercussão negativa dos ataques, o deputado Zeca do PT (PT) apresentou um requerimento oficial direcionado à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). O documento contém uma ata assinada por nove caciques da região de Sidrolândia, que afirmam que a comunidade indígena em geral não apoiava e desconhecia a ação.
Segundo o documento levado por Zeca, o ataque teria sido orquestrado de forma independente por lideranças específicas da Aldeia Buriti. Ele também pediu investigações, afirmando que, embora defenda as demarcações, desaprova totalmente a depredação do patrimônio alheio.
Você concorda com a postura firme do deputado Zé Teixeira de que as invasões de terra com destruição de bens devem ser tratadas com o rigor da lei e punidas como crimes graves?
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