A corrida presidencial ganhou novos contornos nesta quarta-feira (26). Enquanto o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, mobilizou apoiadores em uma motociata e reuniu-se com o setor produtivo em Arapiraca (AL), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não registrou compromissos oficiais de campanha na mesma data.
A movimentação evidenciou estratégias distintas entre os principais concorrentes ao Palácio do Planalto, ao passo que os demais postulantes dividiram a agenda entre sabatinas, entrevistas e caminhadas pelo país.
Destaques da Campanha Presidencial
- Flávio Bolsonaro (PL): Desembarcou em Alagoas para percorrer o centro de Arapiraca em uma motociata, discursando de cima de um carro de som. Ele reforçou a segurança pública como prioridade e manteve encontros estratégicos com empresários do Agreste e do Sertão alagoanos.
- Ronaldo Caiado (PSD): Participou de sabatina conjunta de veículos de imprensa no Rio de Janeiro, visitou o Santuário da Penha e defendeu o modelo de segurança pública de Goiás para combater facções criminosas. Segundo o candidato, o enfrentamento exige “combater organizações criminosas combinando inteligência policial e melhoria da gestão”.
- Romeu Zema (Novo): Concentrou as atividades em Minas Gerais, com entrevistas a rádios, visita ao Hospital Regional de Teófilo Otoni e defesa de pautas liberais, como privatizações e descentralização de recursos federais.
- Augusto Cury (Avante): Passou por Montes Claros (MG) para visitar o Colégio Batista, caminhar pelo Mercado Central e almoçar com empresários, destacando a responsabilidade fiscal como ferramenta para baratear o crédito.
- Clariana Barão (DC): Focou em pautas sociais durante entrevista on-line, propondo centros integrados de atendimento a vítimas de violência doméstica e criticando a baixa representatividade feminina nos debates eleitorais.
Outros nomes como Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Renan Santos (Missão) também cumpriram rotinas de sabatinas, panfletagens e gravações para redes sociais, enquanto Edmilson Costa (PCB), assim como Lula, não teve agenda pública divulgada no período.
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